Há quase dois meses os noticiários não param de falar no crime brutal, praticado por colegas e parentes do famoso goleiro Bruno do Flamengo. Á vítima Eliza Samudio uma moça pessistente e desafiadora, que talvez por isso, tenha pago com sua própria vida. E, a cada dia saem em todos jornais televisivos um depoimento macabro dos envolvidos no crime e os advogados, procuram fazer de cada depoimento um jogo de palavras desconexas de maneira que levem os telespectadores a mudar de opinião, no entanto, se a mídia não desse tanto destaque para esses “advogados do Diabo “eles não se atiravam de corpo e alma a esse ritual de maldade. Pois todos os dias homens matam mulhres e os crimes são cada um mais crueis que outro. A propaganda de um leva outros psicopatas, aumentarem o número de vítimas, muitas invisíveis aos olhos da mídia. Quando são pobres loiras e de traços delicados, são expostas, ou seja, chega a ser notìcia, mas quando se trata de pobres e negras se possível nem nas estàtisca entram. O pior disso tudo é que quando se tem um crime divulgado com tantos detalhes, e os profisionais de defesa tentam a todo custo desqualificar o trabalho da polícia, fortalese a criminalidade e a bandidagem aplaude. Os cidadãos de bem vão perdendo a credibilidade nas instituições. Só falta as mulheres criarem um código de defesa entre elas, que seria: mandar os seus algozes primeiro para o reino de Lúcifer.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou uma campanha de esclarecimento e conscientização do eleitor, que terá como conceito “Você pode escolher o seu destino” a campanha enfatizará a importância do voto consciente para que o eleitor não venda o seu voto, pesquise os antecedentes dos seus candidatos e se informe acerca das ideias, dos programas e projetos daqueles que concorrem às eleições. Mas, convencer famintos a não trocar seu voto por cesta básica ou por pagamento de conta de água e luz atrasada é muito difícil. Acontece que muitos eleitores não têm noção do valor do seu voto: nas pequenas cidades época de eleição é periodo de fartura de festa quando o candidato chega muitos vão em romária falar com o doutor a noite as praças são todas ilumindas o povo aproveita para vê- los de perto, o prefeito da cidade abre as portas de sua casa para cidade, e é um entra e sai cada um que faça seu pedido e fale do candidato rival logo, se o candidato atender aos pedidos demonstrando satisfação, ganha prestígio daquele eleitor ou eleitores,” corrupção” quem danado sabe o que isso? Aqui na capital muitos não sabem, eles vão saber? Certa vez um político aconselhou uma professora que estava pleiteando o cargo de diretora de um colégio, falou o seguinte: olhe futura diretora, se eu ganhar a eleição para deputado e você conseguir o cargo mantenha humildade e procure sempre fazer algum favor, pois aquele que o receber sempre vai lembrar e talvez lhe seja grato, eleito deputado e ela eleita diretora, cuidou de por o conselho em prática essa professora e diretora pleiteou o cargo de vereadora em seu município, não logrou êxito, mas foi bastante votada e até hoje vota no tal político e pede votos para ele. Essa é a cultura política do Brasil, por isso só campanha em época de eleição não basta é preciso formar cidadãos e isso só com educação ética e igualdade social.
A onda de criminalidade: assalto, arrombamento a residência, acertos de contas envolvendo jovens que optam pelos caminhos das drogas está uma calamidade. Todos os dias os noticiários mostram crianças e adolescentes mortos com tiros na cabeça e seus corpos jogados em esgotos ou em matas como se fossem ratos. Burocráticos, teóricos e estudiosos do assunto tentam convencer envolvidos e vítimas que tudo isso se deve à falta de políticas sociais. Mas será que é mesmo? É sabido que as políticas sociais do governo federal criadas no governo FHC e ampliadas no governo Lula, (por sinal muito criticadas por uma boa parcela da sociedade civil e política) que também ampliou o diálogo com a sociedade civil levando o debate a todos os setores da sociedade em busca de soluções para erradicação da fome e da miséria que destroem parte da população esquecida pelos os administradores públicos que, ironicamente, são eleitos por essa massa desprovidas de conhecimentos, portanto, enganados com facilidades por governantes e futuros postulantes ao poder. A Paraíba, uma das vinte e sete unidades federativas do Brasil, dona de uma área de 56.439 km² vem ocupando o terceiro lugar no rank da violência. O aumento das mortes não vai acabar, visto que, não existem no Estado vontade política e social para acabar com a escalada do crime o que existe é o medo da população que, desprovida de segurança pública, muitas vezes prefere não sair de casa achando que assim estão seguros. Embora tudo isso esteja nas manchetes de jornais demonstrando que lamentavelmente nossas, autoridades não estão conseguindo barrar essa mazela que destrói e dilacera as famílias como um todo, ainda ouvimos candidato a governador dizendo que resolveu os problemas da Paraíba em menos de um ano em sua propaganda política. Agora, falta mostrar aos Paraibanos o que ele resolveu. Por isso, cabe a nós tentar melhorar os dados que mancham nosso estado para isso temos que cobrar desses senhores que cumpram seus deveres e a nos cabe exigir os nossos direitos e, um bom começo é acionar a justiça todas as vezes que formos lesados, fazendo a mesma trabalhar em prol do povo e não da classe política. Um passo foi dado com o projeto de Lei Ficha Limpa que apesar de ter sofrido alterações pelo o congresso foi sancionada pelo o Presidente Luis Inácio Lula da Silva e já está em vigor para felicidade do povo brasileiro e infelicidade dos maus políticos. Que deveria reinar no reino de Lúcifer.
O Brasil dá proteção ao presidente deposto Manuel Zelaya na embaixada brasileira em Honduras. Para quem não sabe, a embaixada é considerada um território brasileiro no país, ninguém pode atacar mas quem garante essa segurança , quando o dirigente do país é um golpista ???
O presidente Lula está sendo elogiado por dirigentes do mundo inteiro por sua coragem e por ser um mediador, porém os representantes do povo brasileiro que são os senadores e os deputados estão querendo tirar proveito da situação, atacando-o. Ele é nordestino não tem curso superior e é de origem humilde, por este motivo é estgmatizado por muitos que almejaram chegar aonde ele chegou e não teve a sorte que ele teve e está tendo. Brasil rumo ao progresso! Por sinal ele discursou na ONU e foi aplaudido por todos presentes. Enquanto que no Brasil seus opositores tentam manipular o povo, pensando eles, que os eleitores são burros de viseira; senadores chegaram a dizer que o presidente deposto por golpe tinha combinado com o presidente Lula, quando este esteve aqui no Brasil, sua ida para embaixada brasileira . O Brasil não é mais uma republiqueta, ele exerce papel de destaque no mundo por ser uma democrácia e como tal respeitar a soberania dos outros países. Contudo, o presidente Lula sabe dialogar e dar liberdade de expressão ao seu povo, seja ele rico ou pobre.
Não é de hoje que preocupados com o fracasso na educação, pessoas interessadas no assunto, estudam uma soluçã0 para resolver o problema, porém não é fácil.
Encontrar uma solução para o aperfeiçoarmos a educação torna-se complicado, quando lidamos com governos, que contratam pessoas sem qualificação para desempenhar um papel importante como o de educador, que consiste em formar os futuros cidadãos do país . São contratadas para desempenhar essa função, pessoas que não sabem se quer como ensinar os alunos a fazer um a conta de somar ou multiplicar. Em João Pessoa, cidade onde moro, governantes não estão dando a devida importância na hora de contratar esses profissionais e está acontecendo isto.
Contudo a criação do Enem, trouxe alguns benefícios, além de avaliar os nossos alunos e professores, afinal é através das notas dos alunos que avaliamos os professores, o Enem incentivou alguns diretores de escolas, organizarem sua equipe para desenvolver um bom trabalho, porém diante das dificuldades, falta de material e dinheiro, o trabalho deixa a desejar, portanto é preciso que haja mais cobrança dos pais e das comunidades, perante as autoridades competentes para que façam valer o que está na Constituíção e no estatuto do menor.