Na Paraíba jovens de Classe Média Alta, unem – se aos de classe B e C, em prol de uma mesma mazela: A droga.
Sem dar importância ao que os pais falam, esses jovens destroem suas vidas e acabam com o brio de toda uma família. Na onda das drogas, eles matam e mandam matar. Mas, quando pegos pela polícia, ironicamente, pedem socorro aos pais. Chamados pelas autoridades a pedido dos desalmados, sua maioria menor de idade e outros na flor da idade. Esses pais, ficam acabrunhados pela dor e a vergonha, perguntam a si mesmos onde foi que erraram, mas que diante de tal desatino, achando-se incompetentes e culpados pelos erros dos filhos, acabam por serem coniventes, contratando bons advogados para livrá-los da mira da Justiça deixando-os livres para agir de novo. Entretanto, tem aqueles que são filhos de ninguém, são os desprovidos, de condição social, são presos, encaminhados para instituições públicas que “cuidam” dos menores infratores e se maiores vão para cadeia, mas, logo são soltos, tendo a vida ceifadas pelos próprios “colegas”.
Mas, enquanto jornais e noticiário estampam em suas machetes corpos de crianças, jovens assim como também, de adultos, pessoas responsáveis pela segurança do Estado vem aos meios de comunicação e dizem que a criminalidade está caindo e que a segurança está sendo feita, porém, isso é uma meia verdade pelo simples fato de que enquanto os policias fazem o trabalho e ariscam suas vidas na caça e apreensão tantos de infratores como de bandidos de alta periculosidade a nossa justiça cega e cadeirante através dos advogados emitem alvarás de soltura mediante fiança estipulada de acordo com os preceitos de cada um. Certo da impunidade os meliantes riem do cidadão de bem e dizem: “eu não trabalho com roubo pois sou empacotador” – na linguagem deles, matador. Outro diz: “eu roubei dez mil reais vou pagar dois mil de fiança e ainda vou ficar com oito mil reais”.
Todo esse comportamento e dialogo dá se, em cadeia televisiva em programas policias de grandes audiências e repercussão nacional. O que deixa o cidadão trabalhador que paga seus impostos e contribuem para o desenvolvimento do País, chocados e revoltados diante do descalabro que diga-se de passagem, não afeta só o Estado da Paraíba, mas, o Brasil como um todo.
É preciso que os poderes revejam as leis obsoletas de mil novecentos e quarenta, mas que também não façam leis em prol de si ou dos seus. Para que não fique claro aos mal feitores que o crime compensa. Uma Nação não pode curvar se a marginalidade, porem, é o que estamos assistindo nos últimos tempos por esse Brasil a fora.
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